Lula: Não só de Bolsa Família vive o páis… A questão ambiental deve ser tratada como prioridade!
Matéria publicada na folha on line nos causa muita preocupação pois, segundo o Inpe, mais de 7.000km2. foram desmatados no curtíssimo período compreendido entre agosto e dezembro de 2007.
Lamentável!
A inércia do Governo Federal transformará a Amazônia num descampado, causando danos irreparáveis para a vida humana no mundo inteiro.
O PT mostrou ao país que, além dos esquemas dos mensalões, valeriodutos e tantos outros, só soube fazer politicagem e demagogias à frente da principal instância de governo do país.
As questões estruturais, naturais e de desenvolvimento estão esquecidas…
“pobre dos nossos netos…”
Leia matéria na íntegra…
O Deter, sistema de detecção de desmatamento em tempo real do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) registrou a derrubada de 3.235 km2 de floresta na Amazônia nos últimos cinco meses de 2007. Mas a área real devastada entre agosto e dezembro pode ter alcançado o dobro disso: até 7.000 km2, segundo o Ministério do Meio Ambiente. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira em novo alerta de desmatamento na Amazônia. Preocupado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência com seis ministros hoje no Palácio do Planalto. Segundo avaliação da equipe da ministra Marina Silva (Meio Ambiente), o retrato feito pelo Deter indica uma tendência de alta “inequívoca” no ritmo das motosserras, cuja ação o governo vinha conseguindo conter desde 2004. O reaquecimento da devastação a partir de meados de 2007 já vinha sendo indicado por projeções do próprio Inpe e de um sistema independente, do Imazon, uma ONG de pesquisas de Belém. Para o Inpe, o ritmo mostrou-se especialmente acelerado em Mato Grosso –que havia perdido a liderança no ranking do desmatamento para o Pará– e em novembro e dezembro, meses em que tradicionalmente não há corte raso da floresta porque chove muito. Segundo o Imazon, no entanto, a real explosão no final do ano aconteceu no Pará: dados que serão publicados hoje pela ONG mostram um crescimento de 300% em novembro em relação a outubro. Para os cinco meses (agosto a dezembro), a perda da floresta aumentou 74%. Para o Inpe, o aumento foi de apenas 18%. Para Adalberto Veríssimo, do Imazon, apesar das discrepâncias ambos os dados trazem uma mensagem clara: “O aumento do desmatamento está absolutamente confirmado e bem caracterizado”. Em meados de 2007, quando essa tendência começou a aparecer, lembra Veríssimo, o governo negou a subida. Agora, se as projeções do MMA estiverem certas, em cinco meses, três deles (outubro a dezembro) de tradicional baixa na devastação, cortou-se 62% de tudo o que se cortou no ano passado. Boi e soja, é claro Marina Silva apontou como prováveis causas do aumento do desmatamento a pressão por aumento da produção de soja e carne, commodities cujos preços subiram. Os satélites indicam que o desmatamento se concentrou em regiões produtoras de soja –o Nordeste mato-grossense, onde o governador do Estado, Blairo Maggi, tem uma fazenda– e de gado –o Sudeste do Pará. “A pecuária e a soja são atividades típicas desses Estados; a realidade econômica indica que essas atividades pressionam o desmatamento”, observou a ministra. “Esperamos conseguir conter o desmatamento mesmo com o aumento do preço das commodities.” Veríssimo, do Imazon, se diz preocupado com o que acontecerá a partir de abril, quando a Amazônia seca e o desmatamento esquenta para valer. “A decisão de desmatar devido ao aumento das commodities já está tomada. Como o governo vai reverter isso?” Ele afirma que o Plano de Prevenção e Controle do Desmatamento do governo ainda não incorporou as restrições de crédito aos produtores rurais que desmatam ilegalmente. Sem isso, avalia, será difícil evitar um desastre em 2008. “Sem controle da produção, não teremos solução para o desmatamento”, investiu Gilberto Câmara, diretor do Inpe, ao defender o rastreamento da origem da soja e do gado na Amazônia. Este deve ser o tema mais polêmico da reunião de hoje no Planalto: como conciliar o aumento da produção agropecuária e o avanço da fronteira agrícola com a queda do desmatamento. A equipe do Meio Ambiente sugere o uso mais intenso de 160 mil quilômetros quadrados de áreas de florestas já derrubadas, áreas que seriam pouco aproveitadas. O Ministério da Agricultura estima em R$ 850 o custo por hectare de recuperação de pastos degradados e avalia que o valor elevado incentiva o abate de árvores para a abertura de novos pastos. Decreto editado em dezembro por Lula pune quem comercializar ou mesmo transportar produtos de áreas desmatadas ilegalmente. “Vamos responsabilizar toda a cadeia produtiva”, insistiu João Paulo Capobianco, secretário-executivo do Meio Ambiente. O decreto começará a ser regulamentado nos próximos dias, com a divulgação da lista dos 30 municípios que mais derrubam floresta. Os campeões são São Félix do Xingu e Cumaru do Norte, ambos no Pará, seguidos de Colniza (MT).
O aumento do preço das commodities é apenas um dos fatores de pressão sobre a floresta. Marina Silva atribui também à proximidade das eleições municipais uma resistência maior dos governantes locais à ação dos fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u366465.shtml



O governo já provou que não tem competência para controlar o desmatamento na Amazônia! Ademais, falta vontade política!
Deu para perceber que este pessoal não acompanha os noticiários, pois em mais de 10 anos de tucanagem no Pará, nunca se fiscalizou tanto este setor. As ilegalidades no desmatamento estão sendo tratadas com o rigor da lei. A ministra Marina está fazendo o que nunca foi feito em todos os governos TUCANO/DEMO.
Alberto Miranda
comparem os 8 anos dos tucanos com os pouco mais de 6 do Lula para perceber que o governo FHC nunca fez nada de efetivo para conter o desmatamento ilegal da amazonia…. o governo Lula toma medidas efetivas,com manejo sustentavel e fiscalização . (quem deixou os madereiros se instalarem aos milhares sem controle foi o FHC e não o Lula…O pessoal da malásia que o diga… sustentaram as campanhas politicas dos tucanos no Pára e em outros estados brasileiros…caixa 2 e compania) A grande burradas feitas por governos e governos anteriores
tem reflexo agora… olhem no google eart a rodovia Cuibá -Santarém e podem notar que a cada 5 KM há uma estrada lateral parecendo um sistema radicular…gerando invasões e grilagem de terras…estas feitas principalmente por politicos da região ( esses projetos feitos na epoca da ditadura que deram inicio ao “”desenvolvimento da região”"que culminou no desmatamento desenfreado dos anos 80/90…e que infelizmente continua mesmo que em menor escala ainda hoje
Alberto,
Não estamos em campanha eleitoral. Queremos apenas que a Amazônia seja preservada.
Não interessa de quem é a culpa… O que importa é que o Lula é Presidente e cabe a ele reprimir as derrubadas.
Zé Rubens
Paulo Sergio,
Olha…novamente digo que não estamo sem campanha eleitoral.
Apenas esperamos que o Lula deixe a inércia e tome providências!
Está estampado nos jornais: Estão acabando com as nossas matas!
Cabe ao Lula fazer alguma coisa!
É engraçado…qdo acontece casos de corrupção com companheiros petistas ele corre articular…
Nesses casos a ação é total!
Zé Rubens