Prova SP: Melhorando os rumos da educação na Capital.
O exame testou o conhecimento dos alunos de 2º, 4º, 6º e 8º anos em novembro. Os resultados, considerados bastante positivos demonstrando avanços na educação, foram apresentados pelo prefeito nesta sexta-feira (1º/02).
Leitor, não só de CEUS vive a educação da maior cidade do país. É claro que a estrutura educacional é importante, tanto é que, JOSE SERRA E KASSAB entregarão a Prefeitura em outubro com mais do dobro de CEUS construídos. Os CEUS da gestão atual são maiores, com melhor aproveitamento e com custo reduzido.
(Alexandre Schneider – PSDB – Secretário de Educação da Prefeitura de SP)
Mas não é só isso. A MARTAXA pouco se importou com a real qualidade da educação, não acabou com as escolas de latinha e os preços das merendas…nem se fale.
Nós fizemos mais CEUS, acabamos com as escolas de latinha, dulicamos os CEUS, aumentamos as reformas das escolas e investimos na qualidade de ensino.
PROVA SP
As 472 escolas de ensino fundamental da rede municipal estão recebendo os resultados da primeira Prova São Paulo, realizada por quase 270 mil alunos do 2º, 4º, 6º e 8º anos, em novembro do ano passado. O prefeito de São Paulo e o secretário municipal de Educação apresentaram os resultados do exame nesta sexta-feira (1º/02).
leia íntegra.
Os dados mostram que já no 2° ano a maioria dos alunos dispõe de conhecimento prévio para resolver questões de leitura. O índice de alfabetização nesse estágio chegou a 85%. Em levantamento anterior, realizado em 2005, a Secretaria Municipal da Educação apurou índice de alfabetização de 70%. A Prefeitura considera a Prova São Paulo fundamental para identificar alunos que precisam receber atenção especial, aulas de reforço e outros tipos de apoio.”Os resultados são bastante positivos, pois mostram que avançamos na qualidade. O exame é compatível com a Prova Brasil. São dados que podem ser comparados e teremos assim mais uma avaliação da nossa rede”, afirmou o prefeito. “O principal ponto é a redução do índice de analfabetismo no 2° ano. Com esses dados, podemos afirmar que é possível acabar com o analfabetismo antes de 2022, prazo estipulado pelo Governo Federal para erradicar o problema no país”, explicou ele.“A avaliação foi positiva porque agora temos uma radiografia clara da rede municipal de ensino e também porque temos números um pouco melhores. Reconhecemos que temos muito a melhorar, e agora temos um instrumento que estará a disposição das escolas e da sociedade”, disse o secretário de Educação. “Temos um número de não-alfabetizados de 15% no 2° ano, que é um número que nos incomoda, mas pode ser considerado bom se imaginarmos que no levantamento feito em 2005 o índice era de 30%. Mostra que temos a capacidade para, antes de 2022, termos 100% de alfabetização no 2° ano. Todas as crianças terão condições de saber ler e escrever”, acrescentou.
Com características inéditas, como o envolvimento do 2º ano do Ciclo I e a opção por itens de resposta construída, tanto em Língua Portuguesa quanto em Matemática, além de redação, a avaliação paulistana incluiu também questionários para diretores, professores, alunos e pais que, associados aos resultados dos testes, são capazes de construir um perfil detalhado de cada aluno, de suas salas de aula e da própria escola.
É, portanto, a mais completa radiografia da rede, um instrumento poderoso de planejamento e de ação pedagógica para cada uma das escolas e para a gestão municipal de Educação. Acima de tudo, permite corrigir deficiências e, a partir do conhecimento real de acertos e dificuldades, promover o aprendizado.
Os resultados enviados às escolas trazem o desempenho médio nominal dos alunos da própria escola, da Diretoria de Ensino da região na qual ela está inserida e da rede como um todo. As pontuações na escala de habilidades são, à exceção do 2º ano do Ciclo I, as mesmas utilizadas na Prova Brasil (de 100 a 375). Para o 2° ano, não avaliado no exame nacional, a Secretaria desenvolveu uma escala específica.
Destaques dos resultados
A maioria dos alunos do 2º ano do Ciclo I está posicionada no nível 50 do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Isso significa que eles mobilizam o conhecimento prévio de mundo letrado para resolver as tarefas solicitadas de leitura, e têm domínio de texto literário narrativo (conto para crianças), fatura de conta de água, história em quadrinhos, texto expositivo (verbetes enciclopédicos complementados por imagens) e adivinha título ou legenda associado a texto não-verbal (fotos, imagens e figuras).
No 4º ano, a maior parte está no nível 175 da escola Saeb. Ou seja, além das proficiências dos níveis inferiores, eles demonstram domínio de leitura em texto documental (certificado), texto instrucional (procedimentos), textos jornalísticos (foto/legenda), texto publicitário (propaganda institucional), texto narrativo (história em quadrinhos), texto literário narrativo (poema e conto para crianças).
Na 6ª série, a maioria localiza-se na faixa 200. Isso quer dizer que, além dos conhecimentos e habilidades de níveis anteriores, os alunos apresentam um domínio mais específico da textualidade, sendo a informação compreendida no texto por suas conexões lógicas internas e por relações de causa e efeito, inclusive as inferências, a partir de critérios variados, propostos nas tarefas de leitura.
O domínio de leitura inclui: texto expositivo (artigo de divulgação científica para crianças com ilustração), texto descritivo (lista de informações sobre resultado de exame de laboratório), tabela, anedota, texto literário narrativo (poema, excerto de romance). Nota-se, neste nível, a leitura de textos presentes no universo sóciocultural (sem adaptação para crianças).
Já na 8ª série, a maior parte dos alunos encontra-se no nível 250. Além dos conhecimentos e habilidades descritos nos níveis anteriores, eles operaram com informações concorrentes e pouco previsíveis e a avaliam o sentido de ambigüidades e ironias nas tarefas de leitura propostas, inclusive em situações de intertextualidade, na resolução das tarefas de leitura propostas. Demonstram domínio de leitura em texto expositivo (biografia), texto descritivo (lista de tópicos relacionados), texto argumentativo (comentários) e texto literário narrativo (crônica).
Na redação, todos os alunos preencheram uma ficha de identificação e, de acordo com o ano que cursam, escreveram um conto, uma carta ou um artigo de opinião. Para o 2º ano do Ciclo I foi aplicado um ditado. Na correção dos itens de resposta construída de Língua Portuguesa, levou-se em conta o alcance dos alunos nas quatro competências: tema, gênero, coesão/coerência e registro.
A ficha, o ditado e a produção de textos foram submetidos a dois corretores e, em caso de discrepância de dois ou mais pontos, a um terceiro corretor. As alternativas assinaladas pelos alunos nos itens de múltipla escolha de Língua Portuguesa e Matemática foram digitadas duas vezes, por dois digitadores distintos a fim de garantir a exata transcrição das respostas para a base de dados.
Além das provas foram aplicados dois questionários para os alunos – um de contextualização socioeconômica, entregue antecipadamente e, outro, de hábitos de estudo. Os professores de Língua Portuguesa e Matemática das séries avaliadas, os coordenadores pedagógicos, diretores de escola e supervisores escolares também responderam a questionários específicos. Esse conjunto completa o diagnóstico, permitindo estabelecer os demais fatores que podem causar impacto no desenvolvimento e na aprendizagem dos alunos.
O número percentual de alunos que estão abaixo do nível 50, no caso do 2º ano do Ciclo I, ou 125, para os demais anos, significa que eles não conseguiram demonstrar as habilidades básicas que a Prova São Paulo procurou medir. Mas esse desempenho não deve ser entendido como se esses alunos não tivessem habilidade alguma, mas sim que eles não conseguiram mobilizar seu conhecimento de Língua Portuguesa ou Matemática como instrumento para resolver as tarefas propostas nos itens.
Alfabetização.
Além de mais de 85% de alfabéticos no 2º ano do Ciclo I, observa-se que os índices de não-alfabéticos são quase irrisórios. Não menos importante é comparar os resultados de Língua Portuguesa do 2º ano com as avaliações feitas em sala de aula, pelos professores, dentro do programa Ler e Escrever. Os números são quase idênticos.
Recuperação.
O desempenho dos alunos do 2º ano mostra o acerto da decisão da Secretaria Municipal de Educação de incluir, já a partir deste ano, aulas de recuperação para esse grupo. Agora, com os resultados, as escolas poderão trabalhar com maior precisão as crianças que mais necessitam de reforço.



Espero que sim ,que n seja só construçoes de escolas, pois bem sou estagiária aos 56 anos, estudo sempre, como já me formei em Assistência Social, e sempre trabalhei na área de atividades Cenicas, pinturas e mais…. resolvi para Licenciatura em em Artes Plásticas, penso que professora n serei jamais, fiz meu estágio no ensino fundamental e me decepcionei com a qualidade de ensino dos professores e alunos. Escolas: em péssimo estado, escola de lata em pleno centro, ao lado da Camara Municipal de São Paulo, a diretora n aparece, a suposta diretora que é uma professora da escola dis que: não reformam por ser um bairro TOMBADO, n tem nada a ver, tijolos caindo nas cabecinhas das crianças e adultos tbem, buracos no chão, onde foi parar a verba, depois que reclamei acho que deramuma melhorada mas o funcionamento péssimo , ESCOLA PAULO MACHADO DE CARVALHO, Rua Santo Amaro , os professores são péssimos cadê a educação dos professores?????? o que presenciei deu para n indicar esta escolinha pra ninguem, mas são crianças carente de poder aquisitivo baixo e n dão atenção mesmo, até a comida era jogada as panelas no pátio 9hs da manhã macarronada forte não… presenciei n fui alem porque o meu estágio era de observação, como tenho um ano de fotografia aproveitei para tirar fotos.
A diretora nem vi a cara .. CADÊ OS SUPERVISORES E OS FISCAIS P ISSO minha gente …BRASIL… acho que precisamos mais de fiscalização para tudo.. cadê os militantes deste partido.. porque n aproveitá-los p isso..cadê a educação. Senti, quem vem do nordeste, principalmente c transferências, n são alfabetizados e estão saindo da 8a. série sem ler e escrever.. fica difíl copiar un resumo um assinar seu nome num trabalho de ARTE n é a funcão de alfabetizar fica difíl dar aula e ampliar mais com a arte as cabecinhas destas crianças ou adultos. Chego a pensar e n entender, vc pode fazer uma prova e aceitar ou não as transferências e vi de perto escola como a da prefeitura Celso Leite, na r Humaitá esncaminhando pessoal do EJA para uma escola na IGREJA KAROPITA para alfabetização e voltar a fazer o teste , só que escola como esta n intweressa que o aluno aprenda em meses…CADÊ PROJETO PAULO FREIRE, alfabetização em dois meses, mas, eu sou professora de ARTES,como dizem os engenheiros pra quê estudar portugês?? A gente sofre, só de ver,somos sesíveis demais, outra minha reclamação tbém é quanto aos professores EVENTUAIS, quanto aos professores de Artes nem sempre tem a pedagogia para essas aulas, deveriam ser dadas aos professores aulas especificadas, p essa área, n substituir dando outras aulas: matemati, portugues e todas tá errado.. isso tbem integram aos outros professores tbem..N VOU SER PROFESSORA, mas a gente discute, em didática , todos os anos , o que acontece c a educação. São debates em sala de aula e seminários e toda essa trasformaçoes na área. Espero que cheguem a um consenso e vamos fiscalizar melhor as verbas escolares,o estado em que se encontram as escolas e RECICLAGEM AOS PROFESSORES, MESMO QUEM JÁ é CONCURSADO… Obrigada ,…Ilsa Duarte…Delegada do Diretório de Perdizes e aluna e professora…. FPA – Faculdade de Artes Paulista .
Melhorando em que sentido? Não vejo como melhorar apenas fazendo uma avaliação. Como pode ser isso? Sou professora do 2º ano, tenho uma sala super lotada com 39 alunos frequentes, sem material pedagógico algum, contando apenas com a minha principal ferramenta de trabalho, (minha voz), giz e lousa. E não pode pedir nada ao aluno, é proibido. O aluno ganhou tudo (uniforme, mas não usa; livros e materiaias mas também não leva nada pra escola. Apresentam total desinteresse em aprender, os pais se preocupam apenas em saber se o leite chegou ou quando vai chegar e porque seu filho não ganhou isso ou aquilo. Nunca fui procurada por um pai/mãe pra saber como esta o aluno e como poderia ajuda – lo. No final a culpa do fracasso sobrecai apenas nas costas do professor. Lembrando que esse tal de CEU, é uma UTOPIA, a acústica é um caos, o barulho é infernal. Esses políticos deveriam passar pelo menos um turno pra sentir na pele o que um professor passa.É totalmente desumano, me sinto como os negros quando eram trazidos para o Brasil nos navios negreiro, posso imaginar como sofreram.