Eleições: Ciência “quase” exata

Xadrez eleitoral: Eleição, ciência e aprovação popular.

O trabalho dos gestores, técnicos e políticos numa administração pode ser medido pelas pesquisas de aprovação feitas pelos diversos institutos e mídia em geral.

 

(Eleições: Muitas vezes uma ciência “quase” exata)

Se um Governo vai bem e se seus programas são bem aceitos tudo isso se reflete diretamente nos índices das pesquisas.

Esses números não se limitam apenas ao “rendimento” do Governo mas se confunde, muitas vezes, com a aprovação do chefe do Governo.

Não incomum que bons Governos perdem pontos nas pesquisas devido a antipatia dos seus titulares. Exemplo disso foi o Governo da Martaxa que teve os números das pesquisas prejudicados pela sua arrogância.

A questão é que normalmente Governos bem avaliados costumam vencer eleições. Essa tônica é premissa básica de qualquer comando de campanha ao avaliar se lança ou não um candidato.

Exemplo disso foi a eleição de FHC no primeiro e segundo mandato. O então Presidente Itamar Franco tinha boa avaliação devido ao Plano Real. Resultado: eleição em primeiro turno do seu ex-Ministro, criador da nova moeda.

Outros tantos exemplos podem ser citados para demonstrar a tese de que campanhas vitoriosas são produto de Governos bem avaliados.

Outro ponto fundamental é o claro posicionamento do candidato. Este pode ser Governista ou de oposição. O histórico (estatística) das eleições mostra que essa polarização pode, normalmente, produzir a candidatura vitoriosa. São raros os casos de sucesso eleitoral de candidatos que não são nem situação nem oposição.

Essas questões, para quem planeja uma campanha, são fundamentais para “plotar” o candidato no “mapa político e eleitoral” antes de entrar no campo do marketing político, estrutura e comunicação.

Aos jovens que iniciam a caminhada na política e que, inevitavelmente, se encontrarão em meio a campanhas eleitorais majoritárias e proporcionais, sugiro a leitura de vasto material na net e publicações que trazem experiências e ciência sobre política e eleições.

Boa campanha!

A redação.

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